Quarto de Klaus

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Quarto de Klaus

Mensagem por Klaus Mikaelson em Ter Jul 28, 2015 12:42 pm



Quarto de Klaus




O espaço do quarto de Klaus era amplo. Uma cama de casal ficava encostada na parede e posicionada no centro do local. Uma Janela dava a vista perfeita do alto do jardim, já que o mesmo era no segundo andar da Mansão.  Uma Poltrona ficava virada para a janela, que durante a noite o Híbrido gostada de sentar e apreciar as estrelas para cair em suas lembranças. Uma cômoda em madeira detalhada com o simbolo dos Mikaelson's ficava perto da porta, que tinha o mesmo desenho em sua moldura. Uma mesinha toma exatamente o centro do quarto, onde ficava copos, jarras e algumas garrafas de bebidas. Um lustre imperial que era aceso a velas decorava o teto do ambiente e iluminava cada canto dali. Ao lado da cama um criado em cada lado era responsável de "segurar" os abajures que tinham uma lâmpada que iluminava como uma branco meio apagado, apenas o necessário, para iluminar o lado da cama que era aceso. Os lençóis escuros denunciavam a frieza do quarto que em canto algum tinha alguma coisa de cores vivas. As paredes pintadas em um branco acinzentado completava o conjunto do local.  

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Re: Quarto de Klaus

Mensagem por Caroline Forbes em Ter Jul 28, 2015 1:10 pm


Caroline

Ele é seu primeiro amor. Eu pretendo ser o último.


Quando abriu os olhos a cabeça de Caroline doía de forma demasiada, a loira  levou a mão a testa e teve a nítida sensação que tudo girava ao seu redor. As lembranças vinham em sua mente como flashes e tudo se tornava cada vez mais confuso, lembrava-se de ouvir a voz de Klaus, mas não tinha certeza de nada. Ao recobrar um pouco mais os sentidos notou que estava deitada em uma macia cama de lençóis escuros, algo que deveria ser linho. Olhou ao seu redor e notou o quarto de decoração rústica e cores frias, apenas os abajures faziam uma baixa iluminação expulsando a escuridão. No primeiro instante sentiu-se acuada e com medo, não fazia ideia de onde poderia estar e do que estava acontecendo, seu corpo ainda estava um pouco estranho e seus sentidos também.

A loira fechou os olhos novamente com força franzindo o cenho, aos poucos as memórias começavam a voltar. Lembrava-se de estar no Grill com o Klaus e que haviam combinado de irem até a mansão que o mesmo residia, lembrou-se também de estar sozinha caminhando esperando que o mesmo a alcançasse. Um calafrio percorreu o corpo da vampira ao lembrar-se então do estranho jovem, na verdade um híbrido. De imediato levou a mão ao pescoço, lembrava-se perfeitamente da dor que sentiu pela mordida que havia levado, mas não havia uma cicatriz se quer no local. Ela lentamente abriu os olhos e observou o quarto novamente encontrando o que ela procurava... Klaus.

O híbrido estava em silêncio com um semblante pesado e pensativo, era obvio e nítido que algo o preocupava e ela sabia que era a razão disso. Vê-lo daquele jeito fez seu coração ficar apertado por uma razão que ela não conseguia explicar, escorregou a mão pelo pescoço e então notou suas roupas ainda sujas de sangue. Naquele instante ela soube que ele havia salvado sua vida, mais uma vez. Desde que se conheceram era sempre assim, Klaus estava onde ela precisava, onde ela corria perigo, onde qualquer coisa pudesse machuca-la. Era uma verdade difícil de Caroline confrontar, mas por ela, o híbrido já havia feito coisas que normalmente ele não faria. Era sufocante pensar nisso, a loira sentia seu peito ficar cada vez mais apertado.

Caroline sentou-se na cama soltando um leve gemido de desconforto, ela esperou que ele se virasse ou caminhasse até ela, mas isso não aconteceu. Silenciosamente ela continuou o observando e logo tudo que haviam passado juntos veio a sua mente, desde os melhores momentos como aquela noite no Grill até os vários momentos que ela simplesmente o ignorou ou lhe atacou com palavras ácidas. A vampira mordeu o próprio lábio contendo as palavras, seus olhos então ficaram rasos de lágrimas e tudo que desejava falar naquele instante sumiu de sua mente. Ela levantou o olhar timidamente o fintando na janela e não podia negar que algo estava diferente, algo que ela não sabia explicar, mas estranhamente a possibilidade de se deixar levar por seus sentimentos já não lhe parecia tão terrível.

- Klaus... – Ela o chamou um pouco baixo, quase em um sussurro.- Você se importaria de ficar aqui comigo um pouco?

A loira se ajeitou na cama dando espaço para que o Híbrido sentasse ao seu lado, ela passou a mão sobre os lençóis.

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Re: Quarto de Klaus

Mensagem por Klaus Mikaelson em Ter Jul 28, 2015 8:05 pm

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Klaus estava com a vampira em seus braços. Seu sangue estava marcado nos lábios dela e em sua roupa. A culpa percorrendo seu corpo em uma velocidade imensurável e o ódio de si e do híbrido estava visível em sua feição.

O híbrido arrependeu-se amargamente de ter mandado aquela criatura atrás de Caroline e agora ela estava em seus braços imóvel e quase morta, talvez se tivesse chegado um pouco mais tarde a vampira teria deixado Klaus para sempre.

As lágrimas que estava inundando os olhos do Híbrido, escorreram lentamente pelo seu rosto enquanto ele encarava a vampira. Caroline era o amor de Klaus e dessa vez tinha passado dos limites de qualquer amor.

Em menos de dez minutos, Klaus já estava em sua mansão, Caroline deitada em sua cama ainda sem sinal de vida. O híbrido estava paralisado em frente a janela que dava vista para o quintal. Uma noite tão perfeita que quase acabou em tragédia, por sua culpa. Seus pensamentos estavam pesados com culpa, ódio e até mesmo desespero, fazendo ficar parado e sem reação naquele momento.

Ele sabia que o sangue salvaria Caroline, mas não conseguia aceitar o fato de saber que ela só estava assim, porque ele planejou isso... Apenas para mostrar o tamanho de seu amor por ela. Seu coração batia acelerado e ao mesmo tempo apertado dentro do peito, o sangue parecia queimar suas veias, assim como uma verbena queima os vampiros.

O híbrido estava sem uma saída. Quais seriam suas explicações para a vampira? Como ele faria ela não odiá-lo depois disso? As respostas não vinham por mais que ele insistisse em acha-la.

Caroline mexeu na cama e nem isso fez com que Klaus se movesse dali. Ele sabia que ela havia acabado de acordar, mas não tinha coragem de olhar a vampira, nem se quer por um simples minuto. Queria poder compelir ela, fazer ela esquecer tudo de ruim que acabou acontecendo naquela noite, só que não era simplesmente isso porque toda a dor que estava percorrendo ele não sumiria, afinal, ninguém poderia compeli-lo para isso.

Quando a voz de Caroline ecoou pelo quarto, Klaus virou-se de maneira lenta, encarando os olhos da vampira. Um sorriso sem jeito e com o canto dos lábios se desenhou nos lábios dele ao vê-la bem e ali com você.

-Você está bem? Aqui é o meu quarto e está fora de perigo aqui, não se preocupe. - A voz do original saiu baixa e tensa.

Com os passos lentos, ele se aproximou da cama onde ela tava e se sentou puxando ela para deitar em seu colo. Sua mão deslizou pelos cabelos dela de maneira carinhosa e se curvou depositando um beijo em seus lábios. Ele queria que o beijo transmitisse segurança para a loira, a fazendo ficar despreocupada com tudo aquilo.

-E eu cheguei a tempo e matei quem lhe atacou, Caroline. Perdoa-me por deixa você sair sozinha de lá, isso não voltará a se repetir. - A culpa se fez presente no ar com as palavras dele.

Klaus se aconchegou na cama e acabou se deitando perto dela. Seu braço puxou a garota para perto. Seus lábios rapidamente procuraram os lábios dela unindo-os em um beijo terno e quente. A mão livre percorreu a lateral do corpo da vampira a arranhando de maneira calma.

A maciez do corpo de Caroline deixava Klaus fascinado e cada vez mais atraído por ela. Seus lábios tinham gosto único e pareciam ser feitos na medida e no encaixe perfeito para ele.



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Re: Quarto de Klaus

Mensagem por Caroline Forbes em Qua Jul 29, 2015 10:41 pm


Caroline

Ele é seu primeiro amor. Eu pretendo ser o último.


Klaus não demonstrava pressa em chegar até ela naquele momento, sua expressão não era o de costume apesar daquele sorriso de canto. A vampira ficou em silêncio com um sorriso singelo nos lábios, estranhamente sentia-se atraída por ele, era como se em um passe de mágica tudo tivesse ganhado cores. Enquanto ele vinha em sua direção a loira se ajeitou na cama, até mesmo passou a mão pelos cabelos loiros os fazendo cair sobre os ombros. Algo estava estranho nele e por mais que a vampira tentasse desvendar era impossível, talvez pelo talento que ele tinha em esconder o que ele realmente sentia. Caroline pigarreou limpando a voz e o olhou:

- Estou bem Klaus, não há necessidade que se preocupe comigo. – A loira sorriu para ele passando a mão em suas pernas ajeitando a roupa.

Ele sentou-se próximo dela a puxando para deitar em seu colo de maneira acolhedora, sem resistência ela deixou que sua cabeça repousasse sobre as pernas do híbrido que de forma carinhosa passou a mão pelos seus cabelos. Caroline fechou os olhos, sentindo o percorrer dos dedos dele pelos fios de seus cabelos, entregar-se parecia tão fácil naquela situação. Ela suspirou sentindo seu coração bater mais acelerado em seu peito e quando pensou em abrir os olhos sentiu os lábios dele junto aos dela. Sentiu o arrepio percorrer cada parte de seu corpo, era tudo tão perfeito que nem podia acreditar que era Klaus quem lhe proporcionava aquilo. Só então notou que naquele instante os conflitos não invadiam sua mente, seria consequência de ter tomado do sangue dele? Não sabia bem dizer, desejava do fundo de seu peito que aquela sensação não passasse nunca.

Ao separar de seus lábios Klaus falava do que havia acontecido, havia tanto peso em suas palavras que o coração da loira apertou-se em seu peito. Não era culpa dele, mas mesmo assim ele colocava todo o peso em suas costas, ela queria fingir que não se importava com tal fato, mas algo impulsionou Caroline a olha-lo profundamente. Não queria que ele se sentisse daquela forma, ela levantou-se e levou ternamente a mão ao rosto dele, acariciando o local. Sua vontade era de abraça-lo e dizer que tudo aquilo havia sido um acidente, que ele havia feito o que pôde e conseguiu evitar o pior, seu corpo no entanto estava parado e apenas sorrio de forma radiante para o híbrido.

- Não foi sua culpa Klaus... Não mesmo. Não tem por que se sentir culpado. – Ela deu um beijo em seu rosto. – Eu vou aprender a me virar sozinha... – Disse com um tom levemente divertido, tentando quebrar o clima tenso.

Seu corpo foi conduzido gentilmente por ele para que se deitassem na cama novamente, os braços dele a envolviam por completo e seus olhares se encararam por segundos, o selar de seus lábios fez com que ambos interrompessem a troca de olhar. As mãos dele de maneira delicada percorriam a lateral de seu corpo delineando cada curva, como se já conhecesse o caminho. Aos poucos sua língua pedia passagem pelos lábios dele para que sentisse o gosto doce do beijo dele, tornando o momento mais quente e intenso. As mãos dela habilmente deslizavam pelo corpo dele explorando algo que era desconhecido, mas ao mesmo tempo familiar. Estar com Klaus era uma mistura de sentimentos que a deixava perdida, no entanto naquela noite ela apenas queria estar nos braços dele mais uma vez.

- Klaus... – Sussurrou ela entre o beijo. – Te quero tanto essa noite.,. Muito. – Disse a vampira quase que em um súplica de desejo.


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